Plano de Ação de Emergência - PAE


Independentemente das ações preventivas previstas no PGR, um Plano de Ação de Emergência (PAE) deve ser elaborado e considerado como parte integrante do processo de gerenciamento de riscos.

O PAE deve se basear nos resultados obtidos no estudo de análise e avaliação de riscos, quando realizado, e na legislação vigente, devendo também contemplar os seguintes aspectos:

− introdução;
− estrutura do plano;
− descrição das instalações envolvidas;
− cenários acidentais considerados;
− área de abrangência e limitações do plano;
− estrutura organizacional, contemplando as atribuições e responsabilidades dos envolvidos;
− fluxograma de acionamento;
− ações de resposta às situações emergenciais compatíveis com os cenários acidentais considerados, de acordo com os impactos esperados e avaliados no estudo de análise de riscos, considerando procedimentos de avaliação, controle emergencial (combate a incêndios, isolamento, evacuação, controle de vazamentos, etc.) e ações de recuperação;
− recursos humanos e materiais;
− divulgação, implantação, integração com outras instituições e manutenção do plano;
− tipos e cronogramas de exercícios teóricos e práticos, de acordo com os diferentes cenários acidentais estimados;
− documentos anexos: plantas de localização da instalação e layout, incluindo a vizinhança sob risco, listas de acionamento (internas e externas), listas de equipamentos, sistemas de comunicação e alternativos de energia elétrica, relatórios, etc.



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